não sei mais nada…

porque às vezes eu invento uma paixão, ou várias, na ausência de uma, então vejo que estou como os pombos na praça, que aceitam migalhas para sobreviver.
realmente estou cansada delas, tenho estado à deriva, como uma nau sem prumo, então vagueio por aí sem rumo, tentando me acalmar e me perco pelas ruas da cidade, tentando me encontrar nos passantes que cruzam por mim.
me enterro no cotidiano lutando contra a rotina torturante. e apelo aos florais e homeopatias, cujo teor alcóolico anestesia o sono, e finjo que eles resolvem meus problemas existenciais. sei que não sou a única nessa luta incessante da inércia, de não ser absorvida pela massa.
e de repente viro a esquina e me deparo, mais uma vez, com uma estranha, que nem me é tão estranha assim…

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Sobre janatineo

aprendendo e descobrindo (sempre) a ser...
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