despedida

entra sorrateiramente, me atropela e me desorienta…
amanheceu comigo e ao anoitecer ainda a sinto aqui, bem junto de mim.
vou me despedindo com muito custo, semana longa e a dama de negro a me espionar pelos cantos onde passo.
não tenho medo, não. já me acostumei, é sempre assim, de tempos em tempos é isso, o findar e o renascer de novo.
então sempre a espero, porque não pretendo fugir, vou encarando a sempre, olhos nos olhos e aos pouco vou acalentando a em meu colo, abrindo meus braços para me jogar nos teus…

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Sobre janatineo

aprendendo e descobrindo (sempre) a ser...
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