A morte e o renascimento

Semana de morte e renascimento. É assim mesmo.
Há algum tempo que já “matei” meu pai e minha mãe e agora começo a ver o que realmente sou, ou quem sou.Começo um processo de autocombustão, reclusa, inquieta, para renascer das cinzas numa nova etapa, em uma nova idade.
As vezes acho que ando séria demais, noutras exigente ao extremo, chata mesmo, por isso acabo optando por ficar “ermitando” em minha toca caranguejesca.
Ando sentindo falta de sei lá o que…acho que de vida, de respirar, de liberdade, de mim mesma. É, acho que meu espírito cigano e felino anda sentindo a tortura que é a permanência num mesmo ponto, numa mesma cidade, numa mesma rotina…falta de jogar a mochila nas costas e parar num lugar completamente desconhecido, com rotinas a serem descobertas, com pessoas por conhecer e me conhecer, por paixões a me consumir.
Sinto que isto é torturante, dilacerante para minha alma pequena que vive afoita por voos livres, com horizontes infinitos.
Ainda bem que 17 está chegando e sábado vou me afogar de uma vez e acabar com a falta de etílico em minhas veias sanguineas…


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Sobre janatineo

aprendendo e descobrindo (sempre) a ser...
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